Esclarecimentos

Em virtude das acusações levianas e absurdas feitas pelo Ministério Público do DF, que estão sendo divulgadas pela imprensa, o Instituto Brasília de Arritmia (IBAC) decidiu interromper os serviços prestados neste canal de comunicação para se defender e esclarecer a realidade dos fatos:

- A empresa foi contratada através de pregão eletrônico em 2013 e, desde o primeiro momento, informou à Secretaria de Saúde do DF que os procedimentos seriam feitos no Ibac em conjunto com o Centro de Tratamento Cardiovascular (CTCV).

- Não houve, portanto, “terceirização da terceirização” como afirma a denúncia. Já que se trata do mesmo grupo econômico. A SES, inclusive, vistoriou as clínicas onde mais de 200 pacientes foram atendidos. Ressalta-se que todos os pacientes estavam em situações graves e TODOS os casos foram tratados com sucesso.

- Com relação a denúncia de que não haveria licença de funcionamento, mais uma inverdade, já que a clínica nunca perdeu seu alvará. O que houve foi um erro da Vigilância Sanitária no preenchimento da data do documento. E isso não gerou em nenhum momento a perda da licença por parte do IBAC.

- O MPDFT também aponta que não poderia haver sócios com ligação com a SES. Três dos sócios têm sim ligação. Mas isso não é ilegal, nem imoral, já que eles não participaram dos atendimentos nem da licitação.

- Por fim, a Justiça determina a imediata suspensão dos serviços. A diretoria do IBAC esclarece que o contrato foi finalizado no dia 25 de junho deste ano. A SES solicitou a renovação contratual. O que não ocorreu por conta do próprio IBAC, que preferiu não renovar por entender que o contrato não é financeiramente viável. Além disso, a SES ainda deve para o IBAC mais de R$ 1 milhão.

- Todos os documentos que subsidiam a verdade sobre o caso já foram repassados para os advogados do instituto e a empresa apenas se solidariza com os pacientes que estão sem atendimento médico, já que a Secretaria não tem condições de fazer os mesmos procedimentos feitos pelo IBAC.

Fale conosco